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20 de nov. de 2009

Braga e mais um pouquinho de Porto (Outubro)



Segunda, fomos pra Braga e adoramos. É uma gracinha e uma delííícia a cidade... Dormimos na casa do amigo da Leila (amiga da Paulete q nos recebeu em Porto). Seu nome é Carlos... Carlos Precioso! Professor de Educação Física figuraça! Um tanto metro sexual, mas meeeega gente boa. Levou a gente de carro pra passear pela cidade de dia e à noite fomos num barzinho com sinuca. Eita cidade gostosinha. Lá conhecemos o amigo dele, Paulo, meio caladão e tal. Na verdade ele tava com a pá virada porque ficou de fora da rodada do campeonato de sinuca. Papo vai, papo vem... Leila estava falando dos diferentes sotaques do Brasil e fala: “Lá no sul eles falam direto ‘tri a fuder’... ”  Eis que o mudinho lança com uma cara séria: “Isto seria uma orgia”... Hahaha... A criatura quase não falava, mas quando abria a boca eram só pérolas, com um toque de humor negro.


De volta em Porto fizemos um tour no centro de Porto! Depois cruzamos o Rio Douro fomos pra Gaia e tem uma vista liiiiinda de Porto. Ou seja, é como Niterói (q o q tem de melhor é a vista do Rio... Rssss).

Leiloca ainda nos levou num brecho... Nossa veia consumista se desabrochou! Roupas por 1 euro. A Lete comprou um sobretudo vermelho tudao, por 40 euros!
Comemos mto bacalhau e mto barato... Tipo, um dia jantamos por 3 euros peixe, arroz, batata e salada... tudo uma delícia!!!! O serviço de atendimento em Portugal é excelente e são todos muuuuito simpáticos. Não tenho dúvida q o jeito brasileiro é herança deles!

Visitando Leiloca no Porto (Outubro)




Ahhh gente, eita pais gostoso de visitar!!! Povo simpatico, barato para fazer turismo e uma comida deliciosa...Mas, a lingua e menos familiar que imaginavamos! Fomos super bem recebidas pela Leila (amiga da Lete de Niteroi) em seu apto que fica super bem localizado no centro do Porto.

A viagem já ficou marcada antes de sairmos de Madrid... A Paulinha achou melhor esquecer o passaporte em casa...  Tentamos lançar um caô do tipo “mas a carteira de motorista brasileira é válida na Europa”... Lóóógico que não colou... Eu (Paulinha) voltei frustrada pra casa. Esse “voltar pra casa” me fez sentir pela primeira que estou morando meeesmo em Madrid. Mas nada de tristeza... Engoli o choro de raiva, comprei outra passagem, coloquei logo o passaporte na mala e fui curtir Madrid. Finalmente consegui ir ao Rastro e que lugar incrível! Pra quem não conhece o Rastro é originalmente uma feira de antiguidades que foi aumentando, aumentando, aumentando... E hoje toma conta de umas 10 ruas no centro de Madrid vendendo tudo o que se pode imaginar... Se bobear nego vende até a mãe lá! Tudo barato e, fuçando, dá pra encontrar coisa de qualidade.

A Lete, com o coração apertado, pegou o vôo. Eu (Lete) fiquei naquela angustia sem saber como a Cha ficaria...mas segui o caminho e logo capotei no avião porque tinha dados umas voltas por Madrid na noite anterior. Chegando lá, Leiloca foi me pegar na estação do metro e fomos tomar café pra botar o papo em dia!!! Apesar da chuva, o dia foi bem legal!! Fazia tempos que não encontrava com Leila e ouvia suas historias trágicas e cômicas, né, Amiga!!! Aproveitei e fiz o tour do Vinho do Porto que é bom, mas esperava mais!


Agora, o mais engraçado do dia foi o trote dos portugueses. Gente, os “caloiros”, como são chamados lá, andam pela cidade inteira com latas e milhões de coisas amarradas pra fazer barulho sem nenhum propósito, não é uma gincana... fiquei indignada!!! Detalhe, os veteranos usam roupas iguais aos bruxos do Harry Potter e se acham os mais importantes de cidade! Só em Portugal mesmo!

Paulinha chegou no dia seguinte e fomos nós 3 tomar café da manhã numa padoca. Croissant, Mixto quente, Café com leite... Leila lança a seguinte pérola: “Meninas, aqui se vendem dois tamanhos de pastel de nata, um é o dobro do outro, mas os dois custam 60 centavos...”. Queríamos tirar a prova dos 9...

Paulinha: “Oi, eu quero um pastel de nata grande. Quanto custa?”
Garçom (imaginem o sotaque português): “Desculpe senhorita, mas não temos mais do grande. Queres um do pequeno?”
Paulinha: “Tudo bem, mas é a metade do preço, né?”
Garçom: “Hummm, não.”
Paulinha: “Como não?”
Garçom: “Não. Cada um tem seu preço, que por acaso coincidem...”

Típica piada portuguesa! Gargalhada generalizada...até do garçom.